Na realidade, até hoje, ninguém conseguiu explicar claramente porque é que os continentais são endereçados como Cubanos neste paraiso atlântico chamado Madeira quando faria muito mais sentido que tal epíteto se aplicasse aos indígenas, esses sim verdadeiros homólogos dos naturais da ilha de Fidel!

Para repor esta verdade, este Blog, Cuba em África, feito por continentais orgulhosos da sua condição de ilhéus, pretende rectificar este erro semântico.

01 maio 2005

Nunca é demais repetir - Porque existimos!



Porque queremos repôr a verdade dos factos!

Porque queremos ser verdadeiros para com a nossa condição!

Porque somos uma nação!

Porque temos uma identidade!

Somos ilhéus com orgulho e queremos denunciar a vossa condição de Cubanos e repôr a verdade semântica!

28 abril 2005

PSD sem o apoio da “jota”



In Jornal da Madeira :: Região :: 28-4-2005

Quatro deputados da JSD na Assembleia Legislativa da Madeira e o deputado Rui Moisés não votaram, ontem, ao lado do PSD, a proposta do Governo Regional que extingue o Instituto da Juventude da Madeira e cria novamente a Direcção Regional de Juventude.


Jaime Filipe Ramos, Rafaela Fernandes, Rui Coelho, Bruno Macedo e Rui Moisés abstiveram-se nesta votação, indo de encontro a uma postura de coerência política, como disse o jovem deputado Jaime Filipe Ramos, líder desta juventude partidária, na sua declaração de voto.


Recorde-se que a elevação da anterior direcção regional a Instituto da Juventude da Madeira, em 2001, constituiu uma das principais reivindicações da “jota” para a política de juventude da Madeira, integrado no programa de Governo 2000-2004.


No entanto, a oposição não deixou de criticar a atitude «irreverente» da JSD. O deputado Roberto Almada, do BE, considerou esta abstenção uma «encenação», que «não se traduziu num voto contra a extinção deste instituto que tanto defenderam».


Por seu lado, José Manuel Rodrigues, do CDS/PP, afirmou que os deputados da JSD «lavaram as mãos, como Pôncio Pilatos, do problema». E continuou: «A coragem que vos era pedida pela juventude da Madeira é que votassem contra».


Do lado dos socialistas, a deputada Célia Pessegueiro lamentou o facto de deixar de existir um Conselho de Juventude e um espaço onde os jovens se pudessem apoiar.


O deputado Jorge Moreira, do PSD, argumentou, referindo que não está em causa a política de juventude na Madeira e sublinhou que o mais importante não é a forma, mas antes os objectivos alcançados.


Assim, o diploma foi aprovado com os votos do PSD, a abstenção do PP e dos quatro deputados da JSD e os votos contra do PS, do BE e do PCP.


A Assembleia aprovou, ainda, por unanimidade, um projecto de resolução do PSD, a enviar à Assembleia da República. Ao abrigo do princípio da continuidade territorial e da lei de bases do desporto, os deputados protestaram contra o não pagamento das deslocações em competições nacionais no continente e na Madeira de atletas regionais. Segundo Jaime Lucas, do PSD, há atletas que não estão a ser convocados às respectivas selecções porque o Instituto Nacional do Desporto não paga as deslocações.

Porto com sete paquetes e um só rebocador

in DN Madeira 28-7-05
Avarias e manutenção deixam a Região com rebocador de 40 anos

Pese o investimento feito na aquisição de um moderno rebocador – Comandante Passos Gouveia – os portos da Região estão na insólita situação de apenas contarem com um rebocador ao serviço, situação que ameaça a operacionalidade dos portos do Funchal, Caniçal e Porto Santo, bem como os terminais dos Socorridos e da Praia Formosa nos próximos dias.

Tanto quanto foi possível apurar, o "Passos de Gouveia" aproveitou a existência de uma pequena avaria no guincho para realizar a sua docagem de revisão e manutenção, antes do prazo de garantia. Como o velhinho "Ponta do Garajau" já se tinha sido deslocado para Lisboa, onde está a ser alvo de uma profunda recuperação, os Portos da Madeira ficaram restritos à prestação do "Cabo Girão", o único rebocador ao serviço.

Caso não se verifiquem condições de mau tempo, a operacionalidade dos portos não está em causa, embora uma eventual deslocação para o Caniçal e Porto Santo condicione o recurso a um rebocador no Funchal, Praia Formosa e Socorridos.

O DIÁRIO apurou que nos próximos dias o movimento de navios será grande. No sábado são esperados dois paquetes – Carousel e Vistamar – enquanto no domingo cinco navios aportam a baía: Costellation, Seven Seas, Voyager, Costa Europa, Alexander Vopn Humboldt e o Oriana, paquete que vai ficar ao largo por falta de espaço. Para além deste há o movimento dos navios de carga, sendo que pelo menos um deles requereu dois rebocadores, razão pela qual a Portos Madeira deverá fretar o "Madeira", um rebocador de uma empresa privada.

Miguel Torres Cunha

Encolher os ombros...



in DN Madeira 27-4-2005


Encolher os ombros...
Apesar de sermos cada vez mais reivindicativos e acreditarmos que estamos a ganhar mais respeito enquanto cidadãos de uma Europa comunitária, a verdade é que, perante algumas situações, temos simplesmente que nos conformar com o que é superiormente decidido. Nalguns casos, resignamo-nos perante os factos, principalmente porque sabemos que de nada serve perder tempo.
O Governo expropria terrenos de particulares para apressar o desenvolvimento. A maior parte da população agradece, mas há injustiças que revoltam quem fica sem o que é seu.
No âmbito do projecto denominado "Uma Família, Um Computador", a Secretaria Regional da Educação e o Madeira Tecnopólo recebem verbas para a atribuição de computadores a preços acessíveis, mas já passou mais de um ano e aquelas entidades não entregam os equipamentos.
Um desastre pouco natural no Garachico deixa duas famílias sem casa e, quase dez anos depois, os processos acumulam-se em Tribunal e nenhum dos envolvidos, entre eles a Câmara Municipal de Câmara de Lobos, resolve a situação lamentável de inocentes que perderam tudo o que tinham porque ninguém conseguiu prever algo perfeitamente previsível para os entendidos na matéria.
Estes são só três exemplos de uma realidade madeirense que nos incomoda sobretudo porque nos deixa de mãos atadas. De lamentar é que, muitas vezes, apesar de ser clara a injustiça ou a falta de consideração pelos outros, no final, o lesado – por mais voltas que dê – acabe por se resignar, encolhendo os ombros e esperando por dias melhores, com menos injustiças...

27 abril 2005

Porque existimos



Porque queremos repôr a verdade dos factos!
Porque queremos ser verdadeiros para com a nossa condição!
Porque somos uma nação!
Porque temos uma identidade!
Somos ilhéus com orgulho e queremos denunciar a vossa condição de Cubanos e repôr a verdade semântica!